quarta-feira, 31 de outubro de 2012

The Magic

Decidi fazer este blog para compartilhar as minhas experiências na aplicação dos exercícios do livro The Magic, da Rhonda Byrne.
O livro foi publicado em 2012 e ainda não está disponível em português.
Há alguns anos li O segredo e no ano passado eu li O poder, que são os outros 2 livros dela. Também já li outros livros do gênero como Peça e será atendido e Os segredos da mente milionária, entre outros. Digo isso para já deixar claro que não sou novata quando se trata do tema Poder da Atração.
Já aplico alguns dos conceitos de O segredo e afins desde 2008 quando fiz o meu primeiro mapa astral e percebi que apesar de ser muito bem humorada e alegre,  cultivava o mau hábito do pensamento negativo. Eu era daquele tipo que entra no ônibus e avalia todas as possibilidades de desastre e assalto, traça uma rota de fuga e todas as reações possíveis e quando ia ter uma conversa importante com o chefe, namorado, pai ou colega de trabalho, já previa todos os cenários negativos possíveis para sair no lucro.
Fazia isso sem nem perceber que poderia estar atraindo situações ruins com o meu pensamento e desde então adquiri o hábito de analisar os meus pensamentos, palavras e ações. Minhas amigas já conhecem uma célebre frase minha: “cuidado com o que você pede porque o universo não tem tempo para detalhes”. Elas normalmente dão risada mas é a mais pura verdade!
Há 3 anos eu faço anualmente a minha caixa dos desejos, em que coloco recortes de revistas, impressões de imagens e folhetos que representam os meus maiores desejos. Era comum esquecer da caixa durante o ano e quando ia ver, tinha me direcionado exatamente para aqueles objetivos.
Este ano eu reuni umas amigas no meu aniversário de 30 anos e cada uma levou uma pilha de revistas de viagem, moda, carro, casamento e carreira e juntas fizemos a nossa caixa de desejos e tem dado muito certo (pelo menos pra mim).
Eu me pergunto: o que este livro tem de diferente e porque ele me estimulou a colocá-lo em prática e a dividir isso com vocês?  Não sei se é pela idade (30 anos é sempre uma fase meio traumática), se é o momento que estou vivendo ou se me identifiquei e aos meus pais logo no primeiro capítulo.
Há 1 ano eu faço um ritual de agradecimento todos os dias antes de entrar no trabalho, mais precisamente enquanto atravesso a rua, e agradeço pelas coisas boas da minha vida: pelo meu trabalho, casa, carro, namorado, meus amigos, família, ter pais vivos, trabalhar no centro, poder trabalhar de metrô, morar na Cidade Maravilhosa, pela vista do meu trabalho, por poder correr, por ter descoberto a minha beleza, pelas viagens que eu já fiz e ainda vou fazer, por me amar e etc.
A grande mágica deste livro é a GRATIDÂO e quando eu cheguei nesta parte do livro, pensei: “Ahhhhhhh, já faço isso!” mas bastou virar a página para eu perceber que não sou grata o suficiente e que mesmo sendo muito positiva (li Pollyana e Pollyana moça  de Eleanor Porter quando adolescente e o “jogo do contente” sempre marcou a minha vida), eu acabo reclamando de muitas pequenas coisas no meu dia-a-dia: que está calor, que está frio, que está chovendo e vai sujar a barra da calça, que o metrô está cheio, que estou atrasada, que tem fila, que o caixa 24 horas está quebrado, que o meu pai é pão-duro, que o elevador está demorando, que o meu chefe implica com horário, que o sol está queimando muito e etc.
O objetivo do livro é mudar o nosso hábito, fazer a gente parar de reclamar e agradecer pelas pequenas coisas boas em cada área da sua vida: saúde, família, dinheiro, carreira, amor. Ele está dividido em 28 capítulos de exercícios a serem aplicados durante 28 dias e a orientação é que você leia o capítulo pela manhã e algumas vezes somos orientados a ler o próximo capítulo à noite, antes de dormir, para aplicar logo no dia seguinte.
Como eu sou geminiana e curiosa e acordo as 5h30 da manhã para malhar, não tinha condição de ler um capítulo toda manhã e resolvi ler o livro todo de uma vez e depois reler os resumos para aplicar dia-a-dia os 28 exercícios do livro. Lógico que já introduzi algumas práticas na minha vida e já tive umas boas surpresas e esse é mais um dos motivos que me fez dividir a experiência com vocês.